28 agosto 2011

Quanta sujeira há...

Em um ensaio de domingo!

Mas acho que é interessante destacar que a sujeira pode ser sinônimo de trabalho, não é?!
Explico mais diretamente... Após nos entregarmos durante todo o dia nos treinamentos corporais/vocais/''etcteriais'' constatamos que o nosso pé estava coberto de sujeira, no nosso corpo , espalhado por todos os cantos onde possuímos glândulas sudoríparas - pois afinal, a homeostase em um dia com temperatura máxima de 32°C e mínima de 16°C é de fundamental importância - houve uma produção excessiva de suor para que pudesse dar conta do recado. Para completar a sujeira, ficamos babando em muitas ocasiões, como ruminantes da cidade do Canchim, porque manter a boca fechada com um gole de água, que não pode ser engolida, e ainda brincar com ela na boca é uma tarefa muito difícil que exige muito treinamento para tal. Fora o cansaço, fora o corpo exausto, fora o calor, fora o Palmeiras ter virado o jogo contra o Corinthians e não ter passado na televisão o dia foi MUITO produtivo e divertido. É isso! Divertido! Não há a necessidade das risadas permanecerem a todo o momento no ambiente para se divertir e se sentir bem, se assim fosse, talvez, Bergson não teria  se dedicado em pleno século XIX, com a decadência da filosofia, a falar sobre ''O RISO'' . O quê você tá falando, moleque? Quer dar uma de ''sabichão'' conhecedor de Bergson e ainda entendedor do livro O Riso e pra completar tudo ainda fala de decadência da filosofia? Onde isso vai chegar?. Respondo: Não, não! Só queria passar para o leitores uma imagem de pseudo-intelectual, conhecedor de Bergson e entendedor do riso... O que na verdade não sou, nem uma coisa, nem outra.. Assim se foi. Assim se fez! Agora já foi, podia apagar tudo isso e colocar outras palavras no lugar, mas, quer saber, se você está lendo isso, por que não ler isto também?! Enfim... Parando por aqui nas encabulações não coerentes finalizo dizendo: ASSIM QUE É BÃO! Nói sofre, nói cresce, mais nói tá que tá... Querendo continuar no mar, enfrentando a Tempestade e, ainda bem, que desta vez ela não Shakesperiana. 



Jacarandá!

2 comentários:

Nádia disse...

AINDA BEM QUE NÃO É LAIALAIALIANA

Bruno Garbuio disse...

Eu nunca gostei de Balalaika!